Claro que na casa da vovó. Pode uma coisa dessas???
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Psicopictografia.
PSICOPICTOGRAFIA
Telas que adquiri em 1993 e que ainda decoram minha casa.
As três telas foram pintadas na minha frente... sem dúvida
uma manifestação inesquecível.
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Fica a dica.
Autoestima é uma coroa invisível que carregamos na cabeça quando estamos
nos sentindo bem. Assim ficamos poderosas!
sábado, 25 de janeiro de 2014
São Paulo completa 460 anos.
São Paulo chega aos 460 anos como uma cidade cosmopolita onde quase não há paulistanos de nascimento, e dá abrigo, por exemplo, à maior colônia de libaneses fora do Líbano e à maior colônia nipônica do mundo. É uma autêntica cidade de recordes. Maior centro aéreo da América Latina. Se fosse um país seria o quinto maior da América do Sul. Conta com a maior quantidade de pizzarias por habitante. E talvez, acima de tudo, é conhecida por ter todos os sotaque de um país de 198 milhões de habitantes.
Mesmo assim, esta megalópole provoca reações contraditórias, inspira amor e ódio, problemas e atrativos, oportunidades e discriminações.
A noite é genial. Há oferta para todos os gostos. Você não precisa se preocupar. A qualquer hora você pode conseguir tudo. A cidade não dorme.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Pisos de caquinhos.
Pisos de caquinhos revelam memórias paulistas.
Quem não se lembra daquele piso de caquinhos vermelhos salpicados de cerâmica? Essa recordação faz parte da história de muita gente e marcou uma geração inteira como parte da decoração nas casas paulistas.
O engenheiro civil, autor, historiador amador e contador de causos, Manoel Botelho, nos contou um pouco mais sobre essa história. Tudo começou quando a Cerâmica São Caetano chegou a cidade de mesmo nome em 1913. Famosa pelos ladrilhos, telhas e tijolos refratários, essa empresa ditou o padrão de excelência da época, modelo que as olarias concorrentes deviam atingir.
Nas décadas de 40 e 50, durante o processo industrial de fabricação, aconteciam muitas quebras. E justamente esse material quebrado, sem valor econômico, era descartado pela fábrica. Até que um dia, um dos funcionários que estava terminando a reforma de sua casa, sem dinheiro para cimentar todo o seu terreno, lembrou-se do refugo dos produtos. Pediu assim para recolher parte desse material descartado e usar na pavimentação do terreno de sua nova casa.
A partir daí, começa a história dos caquinhos paulistas. A maior parte do descarte recebido pelo operário era de cacos cerâmicos vermelhos, mas também havia cacos nas cores amarelas e pretas. Ele assentou os cacos cerâmicos e inseriu cacos pretos e amarelos aqui e ali para quebrar a monotonia do vermelho contínuo.
Os vizinhos passaram a comentar como a casa do funcionário tinha ficado bonita e assim a moda se espalhou pelo bairro. Até os jornais da época noticiavam a nova mania em São Paulo. Depois disso, todos começaram a pedir caquinhos na porta da fábrica. Para a empresa foi uma boa solução, pois deixava de gastar dinheiro com a disposição e enterro do material.
Como a procura começou a crescer, a diretoria comercial descobriu ali uma fonte de renda e passou a vender, a preços modestos, os cacos cerâmicos. A onda do caquinho cresceu tanto que as peças começaram a faltar e o improvável aconteceu! Na falta de cacos, as peças inteiras começaram a ser quebradas pela própria cerâmica. De produto economicamente negativo, sem valor comercial, os cacos passaram a valer mais que o piso original.
A história dos caquinhos termina nos anos 60, com o surgimento dos prédios em condomínios. A classe média, que usava os caquinhos, foi morar em prédios e essa ‘arte’ se perdeu ao longo dos anos. Atualmente achamos esse tipo de piso apenas nas casas mais antigas. Porém, Manoel, um apaixonado pelos caquinhos, dá uma dica para quem quiser rever ou conhecer esse tipo de piso: ‘o bairro da Vila Mariana é muito rico de casas de classe média com o caquinho cerâmico’.
Na casa dos meus pais até hoje tem numa garagem...
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Picolé Detox.
Picolé Detox com efeito desintoxicante
Ingredientes
2 rodelas de 2cm de abacaxi
2 folhas de couve manteiga
6 folhinhas de hortelã
500ml de água de coco
Adoçante stévia a gosto
Modo de preparo
Bata no liquidificador a couve, o abacaxi e a hortelã com água de coco gelada.
Não coe para não perder as fibras do suco.
Adoce a gosto.
Coloque em forminhas de picolé e leve ao congelador.
Ingredientes
2 rodelas de 2cm de abacaxi
2 folhas de couve manteiga
6 folhinhas de hortelã
500ml de água de coco
Adoçante stévia a gosto
Modo de preparo
Bata no liquidificador a couve, o abacaxi e a hortelã com água de coco gelada.
Não coe para não perder as fibras do suco.
Adoce a gosto.
Coloque em forminhas de picolé e leve ao congelador.
sábado, 18 de janeiro de 2014
Aparecida do Norte.
Hoje em dia, o município atrai milhares de devotos de todo o Brasil que
vão até o local em busca de graças e agradecimento por pedidos
atendidos.
Esse grande número de visitantes fez com que a cidade crescesse e se
estruturasse com variadas opções de hospedagem, restaurantes e comércio. Estive lá em 2005.

A Sala das Promessas ou ‘Sala dos
Milagres’, como é popularmente conhecida, está localizada no subsolo do
Santuário Nacional. É o 2º lugar mais visitado pelos fiéis.
Nesse espaço é possível conhecer um
pouco sobre a força da fé dos devotos de Nossa Senhora Aparecida. Abriga
uma exposição de ex-votos, maneira que o devoto encontra de tornar
visível a ajuda espiritual que recebeu.
A materialização do agradecimento dos
romeiros se constitui de diversos objetos em madeira, barro, gesso,
tecido, cera, entre outros.
Informações históricas dão conta que os
ex-votos eram oferecidos desde a primitiva capela do Itaguassu. A Sala
das Promessas recebe uma média mensal de doações de 19 mil ex-votos. Nos
meses de outubro esse número chega a 30 mil. Cerca de 70 mil
fotografias ornamentam a Sala.
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