domingo, 29 de abril de 2012

O Paradoxo do Nosso Tempo.

Meu por do sol... vista da minha sacada. Essas anteninhas são da Av. Paulista.


O Paradoxo do Nosso Tempo

Nós bebemos demais, gastamos sem critérios.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Nós amamos raramente, e odiamos frequentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver.
Adicionamos anos à nossa vida, e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas não  cruzamos a rua pra encontrar um novo vizinho.

Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma;
Dominamos o átomo, mas não nosso preconceito;
Escrevemos mais, mas aprendemos menos;
Planejamos mais, mas realizamos menos.

Aprendemos a nos apressar  e não, a esperar.
Construímos mais computadores, mas nos comunicamos cada vez menos.

Estamos na era do "fast-food" e da digestão lenta;
Tempo do homem grande de caráter pequeno;
Dos lucros acentuados e relações vazias.

Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.

Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis. Dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas".

Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar em "delete".
George Carlin

sábado, 28 de abril de 2012

O piu piu da Mari.

Minha sobrinha ama esse pássaro que  pintei na parede.

sábado, 21 de abril de 2012

Meu Filhote.

Esse Piratinha lindo tá de niver.
PSIU!!! PSIU!!! Mais um niver! Volto no tempo... sinto-me ainda a paparicar a cria. Uma gentinha nova envolta em panos, que para mim sempre sorria.  Quase não acredito que sou sua mãe, que te peguei no colo, te contei histórias, te ninei para dormir.  Amores são tantos, multiplicados, somados, divididos... mas o de mãe é sempre único, grande... feito o universo. A ligação de afeto nunca se rompe! Provem da eternidade, quando ainda éramos só espíritos e selamos essa cumplicidade. Vim na frente só para te preparar o berço. Filho tu és um presente. Te amo pra sempre... minha maior e melhor obra-prima. bjus

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Paisagem.


Proprietária das telas: Vanessa Volpe de Bragança Paulista SP.
Esses dei de presente de casamento.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Limpa Brasil em Santo André.




 Limpa Brasil...
Maior movimento de mobilização social do mundo pretende conscientizar a população em
relação ao descarte de resíduos nas maiores cidades do Brasil...  Em Santo André a ação teve início às 8 hs do dia 15 de abri, com cerimônia no Paço Municipal de Santo André da qual participaram o prefeito Aidan Ravin, representantes de patrocinadores como Banco do Brasi, de organizações como Tiro de Guerra, dos Grupos Escoteiros de Santo André, além de Tião Santos lider Nacional dos Catadores e Coordenador de Logística do Limpa Brasil.
Esse no Palanque é meu marido... ele ajudou  na Campanha. Valeu muito à pena pois foram arrecadados  12,2 toneladas de materiais recicláveis   número satisfatório no contexto do Município considerado Melhor Cidade Brasileira em Coleta Seletiva.
 É isso aí... chega de lixo fora do lixo!


quarta-feira, 11 de abril de 2012

Infância.




Dona Lan e seus dois primos.
 Eu amo essa foto.
 Eu, Carlos e Ivan... meus primos preferidos.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Paulinho.



Ele é quem me acorda todo dia às 5:00 da manhã com um canto... que só ouvindo pra saber.
o nome dele é Paulinho.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Vida.



 Somos riscos, rabiscos, traços, curvas e cores
que fazem da nossa vida uma verdadeira obra de arte!

terça-feira, 13 de março de 2012

Anjo.

Lembre-se de passar mais tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para sempre. Lembre-se de dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. Lembre-se de dizer "eu te amo" às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame, se ame muito. Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm lá de dentro. Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.

sábado, 3 de março de 2012

Navio.

Um Navio. Imagine que você está à beira-mar e você vê um navio partindo Você fica olhando, enquanto ele vai se afastando e afastando, cada vez mais longe Até que finalmente aparece apenas um ponto no horizonte Lá onde o mar e o céu se encontram E você diz: "Pronto, ele se foi" Foi aonde? Foi a um lugar que sua vista não alcança Só isto Ele continua grande Tão bonito e tão importante como era quando estava com você A dimensão diminuída está em você, não nele E naquele exato momento em que você está dizendo "ele se foi", há outros olhos vendo-o aproximar-se, outras vozes exclamando em júbilo: "Ele está chegando" Rabino Henry Sobel. Saudades eterna Tia Almira.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Alguém lembra? desses sacos de papel?

É só um desabafo..... Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa: - A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente. A senhora pediu desculpas e disse: - Não havia essa onda verde no meu tempo. O empregado respondeu: - Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente. - Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes. Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões. Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. As roupas eram secas no varal e não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts.  Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas. Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como? Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade. Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte. Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima. Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época? É só um desabafo ...